29 março 2012

MEC e Iphan disponibilizam publicação que promove a educação patrimonial nas escolas brasileiras


Escolas que aderirem ao Programa receberão equipamentos para elaboração e divulgação de inventários do patrimônio local.
O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta terça-feira, 20 de março, o primeiro fascículo sobre Educação Patrimonial no Programa Mais Educação. O material disponível em http://bit.ly/iphamaiseducacao e que também será distribuído às escolas que optarem pela atividade é o primeiro do kit que englobará outros dois.
A ideia do projeto realizado em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-Iphan é que os estudantes realizem inventários dos patrimônios locais nos territórios nos quais as escolas estão inseridas. Ao escolher desenvolver o projeto sobre Educação Patrimonial, a escola receberá recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) – Educação Integral – para aquisição de equipamentos audiovisuais. Desta forma, poderão elaborar e divulgar os inventários produzidos.
Serão máquinas fotográficas com a função filmagem; gravadores de áudio digital (MP3); HD externo; tripé de câmera; cartucho colorido de impressora ou apoio para serviço de impressão; fichas para o inventário, além de R$ 1.000,00 (mil reais) como apoio para as saídas de campo; e outros R$ 700,00 (setecentos reais) para produzir exposições, encontros, rodas de memória, mostras de filmes, e outros, a partir dos resultados do inventário.
O segundo fascículo, em elaboração, apresentará conceitos importantes para o desenvolvimento do trabalho como, por exemplo, cultura, memória e identidade. O terceiro trará um repertório de possíveis ações educativas ligadas ao tema. Também está em elaboração um caderno com orientações para a realização do inventário.
A parceria entre MEC e Iphan
A parceria foi iniciada ainda em 2010 e consolidada a partir da participação do MEC no II Encontro Nacional de Educação Patrimonial – II ENEP, realizado em Ouro Preto (MG) em julho de 2011.
A Educação Patrimonial passou a integrar o Macro-campo “Cultura e Artes” do Programa Mais Educação com uma atividade específica que vem sendo construída pelo Grupo Técnico interdepartamental formado com esse fim, e coordenado pela Ceduc/DAF.
O Programa Mais Educação da Secretaria de Educação Básica do MEC envolve, atualmente, 30 mil escolas das redes municipais e estaduais. Em 2012, a expansão do Programa deve incluir, pela primeira vez, escolas de ensino fundamental no campo, com a perspectiva de ingresso de 5 mil escolas da área rural.
O Mais Educação integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), como uma estratégia do Governo Federal para induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular, na perspectiva da Educação Integral. Essa estratégia promove a ampliação de tempos, espaços, oportunidades educativas e o compartilhamento da tarefa de educar entre os profissionais da educação e de outras áreas, as famílias e diferentes atores sociais, sob a coordenação da escola e dos professores.
Trata-se da construção de uma ação intersetorial entre as políticas públicas educacionais e sociais, contribuindo, desse modo, tanto para a diminuição das desigualdades educacionais, quanto para a valorização da diversidade cultural brasileira, reconhecendo que a educação deve ser pensada para além dos muros da escola, e considerar a cidade, o bairro e os bens culturais como potencialmente educadores, eles próprios.
Fazem parte do programa o Ministério da Educação, o Ministério da Cultura, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, o Ministério da Ciência e Tecnologia, o Ministério do Esporte, o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério da Defesa e a Controladoria Geral da União.

06 março 2012

A história dos presidentes da República Brasileira

Algumas coisas que surgem na internet são ótimas para usar em sala de aula e tornar a aula mais divertida e dinâmica. O Estadão criou um painel que conta, resumidamente, a trajetória de todos os presidentes do Brasil, de Deodoro da Fonseca até a Dilma.
Confira o link, vale muito a pena:

http://www.estadao.com.br/especiais/de-deodoro-a-dilma,128452.htm?id=30

23 fevereiro 2012

Khaled Hosseini - Afeganistão


Quando a gente pensa no Afeganistão a primeira coisa que vem a mente é um lugar árido e tomado por guerras, parece que a história do Afeganistão é a história dos conflitos que ocorrem neste país. Pouca gente conhece o povo deste local, seus costumes, seu passado...

Khaled Housseini é um autor afegão, radicado nos EUA, que conta um pouco da história da sua terra através dos seus romances. Autor de "O caçador de Pipas" e a "Cidade do Sol", Housseini fala das mudanças que alteraram  drasticamente (para pior) a forma de viver no Afeganistão.
Em cada romance o autor busca explorar um elemento da vida no Afeganistão, em o Caçador de Pipas as diferenças étnicas marcam o pano de fundo do texto e em a Cidade do Sol é a vida das mulheres que é destaca pelo autor.
É uma leitura que vale a pena para quem quer viajar por um lugar distante e com uma cultura tão peculiar.

Confira o trailer do filme "O Caçador de Pipas"


28 dezembro 2011

Baixo salário dos professores

Triste....

O professor brasileiro de primário é um dos que mais sofre com os baixos salários.
É o que mostra pesquisa feita em 40 países pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) divulgada ontem, em Genebra, na Suíça. A situação dos brasileiros só não é pior do que a dos professores do Peru e da Indonésia. 

Um brasileiro em início de carreira, segundo a pesquisa, recebe em média menos de US$ 5 mil por ano para dar aulas. Isso porque o valor foi calculado incluindo os professores da rede privada de ensino, que ganham bem mais do que os professores das escolas públicas. Além disso, o valor foi estipulado antes da recente desvalorização do real diante do dólar. Hoje, esse resultado seria ainda pior, pelo menos em relação à moeda americana. 

Na Alemanha, um professor com a mesma experiência de um brasileiro, ganha, em média, US$ 30 mil por ano, mais de seis vezes a renda no Brasil. No topo da carreira e após mais de 15 anos de ensino, um professor brasileiro pode chegar a ganhar US$ 10 mil por ano. Em Portugal, o salário anual chega a US$ 50 mil, equivalente aos salários pagos aos suíços. Na Coréia, os professores primários ganham seis vezes o que ganha um brasileiro.

Com os baixos salários oferecidos no Brasil, poucos jovens acabam seguindo a carreira. Outro problema é que professores com alto nível de educação acabam deixando a profissão em busca de melhores salários.

O estudo mostra que, no País, apenas 21,6% dos professores primários têm diploma universitário, contra 94% no Chile. Nas Filipinas, todos os professores são obrigados a passar por uma universidade antes de dar aulas. 

A OIT e a Unesco dizem que o Brasil é um dos países com o maior número de alunos por classe, o que prejudica o ensino. Segundo o estudo, existem mais de 29 alunos por professor no Brasil, enquanto na Dinamarca, por exemplo, a relação é de um para dez.

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o salário médio do docente do ensino fundamental em início de carreira no Brasil é o terceiro mais baixo do mundo, no universo de 38 países desenvolvidos e em desenvolvimento. O salário anual médio de um professor na Indonésia é US$ 1.624, no Peru US$ 4.752 e no Brasil, US$ 4.818, o equivalente a R$ 11 mil. A Argentina, por sua vez, paga US$ 9.857 por ano aos professores, cerca de R$ 22 mil, exatamente o dobro. Por que há tanta diferença? 

Fonte: Jornal do Commercio, 07/07/2010

13 dezembro 2011

Ditadura Militar Brasileira

A ditadura foi uma das épocas mais tristes de nossa história. Não devemos nunca deixar de lembrar dos fatos que marcaram os anos de chumbo para que eles nunca mais voltem a acontecer, no site abaixo algumas informações importantes dispostas num site muito bem feito e que pode ser muito útil para as aulas de história.

http://www.memoriasreveladas.arquivonacional.gov.br/campanha/index.htm

29 novembro 2011

Mais Valia

Entender Marx é difícil?
Uma pequena história pode explicar um conceito muito importante de sua teoria, o conceito de Mais-Valia.

Mais-valia é o nome dado por Marx à diferença entre o valor produzido pelo trabalho e o salário pago ao trabalhador, que seria a base da exploração no sistema capitalista.


24 novembro 2011

ATLAS DIGITAL DA AMÉRICA LUSA - ferramentas digitais para estudo do Brasil Colonial

Atlas Digital com recursos dinâmicos e interativos, tendo a América Portuguesa, ou Brasil Colônia, como foco.

É uma proposta colaborativa, que reune pesquisadores de diversas instituições. A ferramenta base foi desenvolvida pelo Laboratório de Experimentação em História Social (LEHS), da Universidade de Brasília, usando tecnologia do Ministério do Meio Ambiente, o software I3GEO*. O LEHS/UnB também produziu os mapas base com informações de unidades urbanas e populacionais do período entre 1500 e 1800, além de outros bancos de dados de informação geográfica.

Sendo uma ferramenta colaborativa, no espírito da chamada web 2.0, no qual há ênfase pelo trabalho de equipe e troca livre de informações, o ATLAS DIGITAL DA AMÉRICA LUSA é um espaço de interação. Nele podem ser publicados dados georrerenciados de diversas pesquisas ou mesmo informações que possam passar pelo processo de georreferenciamento, a cargo do LEHS/UnB. A ideia é que diversos pesquisadores possam enviar informações de seus estudos e, ao mesmo tempo, usufruir deste grande banco de dados coletivo revisado, organizado e certificado, assim como da cartografia produzida.


http://atlas.cliomatica.com/